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Conan: O Bárbaro #33
© Marcos

Conan: O Bárbaro #33
Mythos Editora
R$ 5,70 – Mensal
Formato 30x20 – 59 páginas

Por Marcos “Fenrir” Souza

Savage Sword of Conan #226– Nota 8,0
Argumento: Roy Thomas
Arte: Mike Docherty
Arte-Final: E.R. Cruz

Segunda parte da história iniciada na edição anterior (que por sua vez é a continuação da graphic novel Os Guerreiros do Tempo, publicada em Graphic Marvel 15 pela editora Abril em 1994), em que Conan e Sonja viajam novamente para a Valúsia do Rei Kull. Dessa vez Conan deve se passar por Kull enquanto Sonja procura pelo soberano, séculos mais tarde, durante a submersão da Atlântida.
Uma história bem escrita e bem ilustrada – pena que a Abril a tenha ignorado, como a tantas outras agora publicadas pela Mythos. Aqui se destaca o foco incomum dado a Sonja, que chega a roubar a cena do cimério.

Conan The Barbarian #57 – Nota 7,0
Argumento: Roy Thomas
Arte: Mike Ploog

Conan e seus companheiros chegam a Argos em busca de serviço como mercenários, apenas para encontrar uma indesejada paz nos conflitos da região. Mas, como de praxe, o cimério acaba atraindo o conflito para si e é obrigado a fugir sozinho da cidade, dando o estopim para a saga A Rainha da Costa Negra, na história seguinte.
Um enredo já manjado e ainda mal ilustrado (o Conan de Mike Ploog parece um neanderthal), que serve apenas de ligação entre a seqüência anterior de histórias de Conan ao lado de Tara e Yussef e a Saga da Rainha da Costa Negra.

Conan the Barbarian #58
– Nota: 8,5
Argumento: Roy Thomas
Arte: John Buscema
Arte-Final: Steve Gan

Fugindo de Argos, Conan embarca em um navio mercante com rota pela Costa Negra, território da terrível pirata Bêlit, que logo se tornaria uma das amantes mais importantes do bárbaro, co-protagonista da Saga da Rainha da Costa Negra, que se estenderia por 42 edições, até seu trágico clímax em Conan the Barbarian 100.
Uma ótima edição da publicação, que entra em nova fase com A Rainha da Costa Negra - a Mythos está de parabéns por republicar uma das mais famosas e elogiadas sagas do personagem, agora que o título ganha maior atenção devido ao sucesso de Conan: O Cimério, e sem precisar sair da ordem cronológica. O único porém é a ausência do material extra de costume, como a Fonte Hiboriana com os comentários de Roy Thomas ou o mapa da Era Hiboriana, que se tornaram esporádicos desde a alteração do formato para três histórias ao invés de duas.


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