Fanboy
Home   -   Contato   -   Equipe Google:
Menu
· Arquivo
· Colunas
· Entrevistas
· Matérias
· Reviews
· Sua Conta
Reviews
A Noite Mais Densa #01
Vingadores #78
Superman Anual 2010
Reinado Sombrio #06
Batman #91
Dimensão DC #23
Homem-Aranha #103
A Noite Mais Densa #0
Superman #91
Wolverine #64
Online
21 visitantes
X-Men Extra #94
© David Dornelles
Astonishing X-Men (v.3): Ghost Boxes #02 Panini Comics/Marvel Comics
R$ 7,50 - Mensal
Formato Americano - 100 páginas
Outubro de 2009

Surpreendentes X-Men: Astonishing X-Men ? Ghost Boxes #02 - Nota: 4,0
Argumento: Warren Ellis
Arte: Clayton Crain

Ciclope está sozinho, derrotado e se culpa pelo fracasso ocorrido com a Caixa Fantasma. Agora lhe resta apenas um último ato de misericórdia... contra si mesmo.

Uma hsitória com apelo dramático, bem narrada, extremamente intimista, mas que no final das contas de nada serve, como todas as outras histórias ligadas aos futuros possíveis ou alternativos em Supreendentes X-Men.

Lamento por isso e por Warren Ellis dedicar seu tempo a escrever estes pequenos contos sem razão aparente ou oculta. Não foi uma história ruim, mas passaríamos muito bem sem ela.

Clayton Crain, artista competente e estável, entrega uma arte caprichada, ainda mais rica e detalhada, provando que consegue acompanhar bem tanto as tramas de ação quanto as mais lentas.

King-Size Cable Spetacular #01

Cable: King-Size Cable Spetacular #01 - Nota: 6,5
Argumento: Duane Swierczynski
Arte: Ken Lashley
Arte-final: Paul Neary
Cores: Frank D?Armata

Lucas Bishop segue Nathan e a bebê através do fluxo temporal e percebe que Cable é um adversário muito mais difícil de derrotar do que supunha. Após inúmeras armadilhas, Bishop colhe informações suficientes para fazer uma importante e definidora revelação: Cable só é capaz de viajar para o futuro, nunca retornando no tempo.

Uma edição especial do título do Cable, mas que destina-se, quase que exclusivamente, a narrar avanços importantes na parte da trama que diz respeito ao lado de Bishop. Vemos o personagem transitar por diferentes anos e eras, sempre caindo em alguma armadilha de Nathan.

O autor, neste especial, equilibra as vantagens de cada um. Se por um lado Bishop pode ir tanto para o futuro quanto para o passado, seu conhecimento histórico só lhe dá uma faixa de 80 anos (período no qual nasceu e cresceu). Já Cable, mesmo só conseguindo avançar para o futuro, conhece séculos de história e usa isso a seu favor. Além disso, foi muito criativo o uso de maquinações históricas como a criação de uma seita e a ajuda de Merryweather para criar pistas falsas a serem seguidas.

Contudo, preocupou-me a decisão de criar uma alteração temporal, com Bishop salvando Cable do que foi registrado como o momento de sua (de Clabe) morte. Tenho a idéia de que, implicitamente, ficou estabelecido que Bishop e Cable pertencem à mesma linha temporal e o ponto comum é a existência da bebê messias. O tal evento devastador que Bishop tanto quer evitar, pra mim, é o mesmo que Nathan quer garantir que aconteça, pois cada um tem sua interpretação para o marco. Sendo assim eu vejo com extrema cautela qualquer interferência cronal em acontecimentos prévios e mudanças de destinos.

Ken Lashey tem um traço muito semelhante a de Billy Tan e que remete aos trabalhos dos anos 90. Muita força, muita explosão, mutias expressões, muitos dentes, mas com alguma lição narrativa aprendida durante este período negro.

New Exiles #07

Novos Exilados: New Exiles #07 - Nota: 0,0
Argumento: Chris Claremont
Arte: Tom Grummett
Cores: Wilfredo Quintana

Dia de Guerra (Parte 01) – Mais uma Terra, mais uma dimensão, mais uma aventura para os Novos Exilados.

Mais uma edição que não leio, já é a terceira seguida. Realmente entreguei a toalha. Minha vontade era enviar um e-mail à Panini com os links para os leitores baixarem as edições originais escaneadas e ver se provoca uma queda nas vendas só pra ver se, assim, eles tiram esse tumor da revista. Mas eu sei que isso não irá acontecer, até porque o e-mail não seria publicado.

Eu gostaria muito de saber o que fundamenta a decisão de permitir que um título como este continue a ser publicado, pois esse papo de “Chris Claremont tem uma base fiel de fãs que apreciam seu trabalho” já não cola mais. Eu era um desses, mas já deu.

X-Force (v.3) #07

X-Force: X-Force #06 - Nota: 8,5
Argumento: Craig Kyle & Christopher Yost
Arte: Mike Choi
Cores: Sonia Oback

Fantasmas do Passado (Parte 01) – Após as fortes emoções dos eventos anteriores, a equipe tentar se reestruturar e lidar com o impacto das revelações ocorridas, mas nada disso pode ter importância quando uma amostra do vírus legado é roubada.

E eles continuam a surpreender. Passado o arco em que seus personagens lidaram com situações muito mais perigosas e inacreditáveis do que se esperava, agora é chegado o momento para repensar algumas decisões e lidar com as consequências de tantas outras, para isso temo uma história mais calma, mais centrada em diálogos e interações, mas nem por isso chega a ser chata, ao contrário, permite que muitos aspectos de cada personagem seja bem retratado.

E sobre o desenvolvimento da trama, pode-se dizer q ela sofre uma interrupção brusca, mas totalmente coerente. Quando o natural seria ir atrás dos antigos inimigos mutantes, os autores atravessam nessa direção um perigo impossível de ser ignorado: o vírus legado. Por mais que tenha sido um tema usado quase obscenamente nos anos 90, ele é um conceito que traz consigo um potencial enorme para tragédias. E estamos falando de um título escrito pelos dois dos maiores maníacos dos quadrinhos atuais.

Fora isso, outros avanços importantes são feitos em relação às tramas paralelas e organização cronológica. James e sua viagem ao Novo México é algo que levará quase que diretamente a um evento atual nos EUA, Necrosha, em que se narra a ascensão de Selene ao status de deusa; a parte que dis respeito à agente Morales e sua investrigação do “massacre purificador” é revisitada; Josh Foley incluído na equipe; e, por fim, as movimentações dos novos, porém antigos, adversários refletem tramas que vão desde Fabulosos X-Men a Jovens X-Men.

Clayton Crain deu lugar a Mike Choi e o título sofreu uma pequena queda na arte. Ao contrário da impecável arte apresentada na segunda minissérie da X-23, aqui Choi pareceu um pouco despreocupado com certas composições e anatomia. Outro problema é que enquanto a arte de Crain se aproveita do excesso de sombras para criar a volumetria e valorizar a luz, na de Mike elas não têm o mesmo efeito.


por DIEGOMARTINEZ em 17/01/2010
Essa fase dos surpreendentes com Warren Ellis têm me decepcionado até então, e não é por compará-la à fase de Whedon/Cassaday (diga-se de passagem sensacional), mas por reconhecer a capaciade de Ellis como roteirista, por enquanto me parece que ele está um pouco perdido com o título e até com essa nova fase que os X-Men se encontram, está tentando produzir uma nova roupagem para os mutantes mas não parece estar dando certo(pelo menos por enquanto)...tomara que ele consiga se encontrar nas próximas edições...
WebSite Desenvolvido Usando PHP-Nuke 100% GNU/GPL