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Crise Infinita #03
© Luiz Felipe P. Neto
Infinite Crisis #01a (George Pérez) Nota: 9,0
Panini Comics/DC Comics
R$ 5,90 - Minissérie mensal em 7 edições
Formato Americano - 44 páginas

Infinite Crisis #03
Argumento: Geoff Johns
Arte: Phil Jimenez & George Pérez
Arte-final: Andy Lanning, Jerry Ordway, Norm Rapmund & Larry Stucker
Cores: Jeromy Cox & Guy Major

A submersa San Diego é atacada pela Sociedade, Espectro destrói Atlântida, A Mulher-Maravilha toma uma medida radical para salvar a Ilha Paraíso, Flash entra em ação, Superman da Terra Paralela procura o Batman e duas grandes traições acontecem.

Johns domina a narrativa, e isso é inegável. Ele tem um bom controle de como a trama deve se desenvolver, intercalando fortes cenas de violência, como Aquaman liderando uma tropa de heróis submarinos em uma guerra para defender San Diego, com cenas tocantes e íntimas, como o Flash abandonando a esposa e seus filhos recém-nascidos para deter alguns tornados no Kansas, lembrando muito o Homem-Animal se despedindo de sua família antes de partir para o espaço. Desde Crise de Identidade parece ser uma diretriz na DC mostrar que os heróis, além de terem que se preocupar com o mundo, tem pessoas em casa esperando por eles, e atingidas diretamente por seus atos.

Grande parte da revista é formada por rápidas passagens, que são melhor desenvolvidas nos tie-ins espalhados pelas revistas mensais e pelos especiais relacionados à Crise. Esse é um dos grandes problemas que essas mega-sagas da DC e da Marvel trazem. Porém, diferente de Dinastia M, da ?Não tão distinta concorrência?, alguns tie-ins da Crise complementam a história, e não são meros caça-níqueis. Além disto, a revista principal é plenamente entendível lendo-se apenas ela e uma ou duas revistas auxiliares.

Sobre revistas auxiliares, como a Panini simplesmente não publicou a fase recente do Aquaman, onde ele tornou-se o portador de águas místicas e San Diego foi submersa, com sua população sendo transformada em similares aos atlantes e a Atlântida voltando a ser uma expoente da magia, fica meio difícil compreender as primeiras páginas desta edição. Bola fora, junto com a ausência aqui no Brasil da Caçadora e do Nuclear. Essas três séries são de uma ótima qualidade, mas a Panini optou pela publicação de outras como... Supergirl, apenas por serem ?comerciais?.

A trama principal desta edição se concentra em três frentes: Em um primeiro lugar, Batman, após mais uma infrutífera discussão com o Irmão Olho, tem um colapso nervoso, finalmente sucumbindo aos seus erros. Muitos irão reclamar que o vigilante seria frio o bastante para não ter uma reação tão descontrolada, mas é preciso lembrar que o morcego sempre esteve bem no limite entre a sanidade e a loucura e ele vem de uma sucessão de erros, como os Jogos de Guerra e o Projeto O.M.A.C. É nesta situação que o Superman da Terra Paralela (ou T-2) aparece e o convida para restaurar sua terra esquecida, onde, segundo o herói, a vida era bem melhor que a nesta terra, que, junto com seus habitantes, seria uma versão corrompida da idílica Terra Paralela.

Infinite Crisis #01b (Jim Lee)

Batman contra-argumenta perguntando se o Dick Grayson de sua terra também é assim, e o Superman nega. No final das contas, ter transformado Dick em Robin e o treinado durante toda sua vida foi o grande acerto do Cavaleiro das Trevas. Hoje, como Asa Noturna, o jovem herói é um dos mais corajosos e virtuosos do universo DC.

Enquanto isso, as Amazonas encontram-se na mais feroz batalha de suas vidas. Não é só sua ilha que está sendo tomada pelos O.M.A.C.s, mas a filosofia de paz que espalharam pelo mundo através da Mulher-Maravilha também estava sendo destroçada. A decisão da princesa, em pedir que as deusas, que estavam fugindo deste universo, levassem sua ilha, foi desesperada. Ela conseguiu proteger suas irmãs, mas ficou só para enfrentar não só seus atacantes, mas um mundo que a teme e odeia por seus últimos atos, incluindo até seus antigos aliados. Fica ainda a pergunta, que me faço desde o retorno de Donna Troy: o que de tão perigoso estaria prestes a atingir esse universo para eu os antigos titãs e os deuses simplesmente o abandonassem?

Por fim, o verdadeiro Lex Luthor descobre a incrível verdade sobre o falso Luthor. Johns aproveita para explicar o porquê de Lex agir tão estupidamente nos últimos meses (quem não se lembra da palhaçada feita por Loeb com o careca no primeiro arco de Superman & Batman, publicado ainda na revista Superman?) e para revelar os verdadeiros vilões da Crise. Muitos irão reclamar, especialmente os fãs mais xiitas. Eu mesmo cheguei a achar que era uma inconsistência muito grande. Mas a revista Superman #52 traz uma história que explica a motivação destes vilões. E chega a convencer.

George Pérez continua ótimo, com Ordway chegando a melhorar. Curiosamente, a Panini continua a lhe creditar na capa, mas nem o mencionar nos créditos da história. Aliás, retiro um elogio que fiz à Panini na última edição: enquanto a editora acertou muito em colocar aqueles lindos teasers da DC, agora continua errando, e feio, em aproveitar a popularidade desta saga e entojá-la de anúncios da Top Cow. Além do excesso deles, cinco páginas, eles são horríveis.

Como Pérez aqui desenhou apenas uma página, sem contexto nenhum, e os desenhos de Jimenez estiveram péssimos na edição passada (além do grande número de arte-finalistas) só podemos pensar em uma coisa: ele não está conseguindo dar conta de seus prazos. Nesta edição ele até está melhor, deixando as mulheres menos musculosas, e podemos ver claramente que ele não só se inspira nos desenhos do grande Pérez, como simplesmente os copia em muitas vezes. Pontos positivos (não só de reclamar do cara nós vivemos, não é?) para seu Superman, quando tenta salvar um prédio. Simplesmente icônico.


por Paulojr em 24/03/2007
Cara, acho o fato do Batmam se render ao desespero o ponto alto da saga... Todos estão destroçados, mas dessa vez foi Batmam que perdeu todo o cotrole e todos os aliados...
Até agora Crise só está me agradando, claro que ultimamente todas as series que começam bem acabam terminando mal...
Mas enfim...
por LeandroMagnus em 24/03/2007
Reclamar porque os anuncios na revista não são da DC e sim da TopCow é triste hein, minha gente. Faça-me o favor...
por lfn em 24/03/2007
Reclamei porque além de serem horrendos e atrapalharem a leitura (tomando duas páginas, por exemplo, em um ponto estratégico da história), são simplesmente uma jogada comercial das mais baixas, como quando você exibe comercial de "Malhação" na hora de.... Bem, de algum programa bom que a Globo tiver
por lfn em 24/03/2007
Logo logo vira a VEJA: vinte páginas de conteúdo, quarenta de propagandas.
por Orpheu em 25/03/2007
Claro que é uma jogada comercial, sem a qual nenhuma empresa sobrevive, aliás.
por Jonny-el em 26/03/2007
Eu como grande fã do Batman, achei simplesmente incrível aquela pirada que ele deu! Afinal, o lado psicológico de Bruce está sempre por um triz e às vezes você apenas fica esperando a hora que ele vai pirar. Essa sucessão de erros que cometeu, que ele e nem nós estamos acostumados, fez o cara dar uma "viajada na maionese". Ótimo! Sua desconfiança também chega ao extremo ao pegar o anel de K e tentar confrontar o Super da T-2. No mais, com relação aos anúncios da TOP COW, eu entendi o ponto de vista do resenhista e concordo que foi uma sacanagem, não por ser de uma editora concorrente(por favor, né? Sou um DCnauta e acompanho diversos títulos da MARVEL todo mês. Gosto de boas histórias, independente de editora), mas por realmente atrapalhar um pouco a leitura e deixar a edição "suja".
por Orpheu em 26/03/2007
Vamos ser realistas né, gente. Nenhuma empresa sobrevive num mercado capitalista sem propaganda, e a Panini não é diferente. Seria simplesmente burrice não aproveitar uma série de grande apelo comercial como Crise Infinita para divulgar seus outros produtos. E, convenhamos, dizer que os anúncios atrapalham a leitura é excesso de preciuosismo.
por Jonny-el em 26/03/2007
Hum!...É!...Pois é!...Como estudante de Publicidade e Propaganda eu sou obrigado a reconhecer a importância que este tipo de apelo numa revista como CI tem...Puxa! Mas não foi o que eu fiz no último post?!...Só ressaltei que fica feio pra uma edição especial o excesso de propaganda! Imagine o encardenado de "B:SILÊNCIO" cheio de publicidade? A diferença é que este é um "pouco" mais caro. Mas mesmo sendo de um preço mais acessível, CI é uma HQ pra coleção e gostaria que fosse inteiramente "limpa". Com relação a atrapalhar a leitura, é sabido que os roteiristas imaginam o impacto e relevância para a história, que uma página ou até mesmo um único quadrinho pode causar no leitor. Mas, como tinha mencionado anteriormente atrapalha só um POUCO.
por ShiKo em 26/03/2007
Uma grande sacada da mini é dar a devida importância que o Asa Noturna merece. Isso já tinha aparecido na saga da Era Obsidiana da LJA, mas o comentário sobre Dick Grayson é meu ponto favorito na edição.
por gigante_esmsralda em 26/03/2007
Pra mim a crise ainda ta fraca
por Jonny-el em 26/03/2007
Paciência é uma virtuda, amigo gigante!...
A história não tá 100% ainda! Mas, também não chega estar ruim!...
por Jonny-el em 26/03/2007
Ops! Virtuda = virtude.
por gigante_esmsralda em 26/03/2007
O que me incomoda e que a propaganda dessa saga me fez pensar que ela seria uma das maiores obras da história e isso eu tenho certeza não ira acontecer
por DarthOracle em 26/03/2007
Gente, o "gigante" não vai gostar da história enquanto não aparecer o Aranha ou o Wolverine, não adianta.
por gigante_esmsralda em 26/03/2007
Meu filho acho que vc ta falando do cara errado,as histórias que mais gosto não tem nenhum dos dois e eu disse que esperava mais de crise isso e algum crime?
por Cajun em 26/03/2007
A questão é que a edição original, a gringa, a U.S.A., a Amerikans... é feita da forma que é: página simples, página simples, página dupla, página simples, página simples, página simples, página dupla, página dupla...

O que não está ao conhecimento de todos é que publicações são obrigatoriamente feitas com um número x de folhas (cada folha tem sua frente e seu verso, logo, uma folha = 2 páginas). Só que no caso específico aqui, cada lado da folha acolhe 2 páginas (peguem o meio de cada revista e reparem, na parte que aparece o grampo), sendo assim 1 folha = 4 páginas. Espero ter me feito entender.

Muitas vezes, caso não houvesse publicidade, uma página dupla (aquelas que adoramos ver) nunca conseguiria começar imediatamente após a anterior pq ela não ficaria com uma página seguida da outra, então os editores são "obrigados" a empurrar a página dupla pra frente e fica sobrando uma página em branco entre a página simples e a dupla... que serve a contento para publicidades. Internas ou externas.

Como a estrutura da história já está pré-moldada pela edição original, não resta nada a Panini a não ser suprir esses "vãos" por suas publicidades.

Consegui explicar? =/
por gigante_esmsralda em 27/03/2007
Cajun vc deu um no na minha cabeça
por Paulojr em 27/03/2007
Eu entendi...
Quer dizer já tinha uma ideia sobre isso... agora posso comentar sem medo de ser corrigido...
Mas concordo com o Leandro...(mesmo eu sendo o cara que mais desvia de assunto aqui..., não que eu queira parecer o aranha... eu sou assim mesmo...) enfim, não vai mudar a historia o fato de ter tanta propaganda, e no fim, teve tanto propragandad e Midnight Nation que eu acabei comprando e não me arrependi...
por Jonny-el em 27/03/2007
Conseguiu sim, Cajun!...
por Jonny-el em 27/03/2007
Ah! Como disse o Orpheu, é excesso de preciusismo meu!...Gosto é gosto! Prefiro assim! Mas, num mundo perfeito, não existiria miséria, guerra e eu teria a Scheila Carvalho, Ana Hickman e Gisele Bundchen correndo atrás de mim, e me limparia com notas de cem...hauhauha...
por Paulojr em 27/03/2007
Contanto que vc não mexa com a Emma Watson, por mim a gente até tenta dominar o mundo numa boa....
por Jonny-el em 27/03/2007
HAHAHAHAHAHA...Boa PJ!!!...A gente se f*$# mas se diverte!!!...
por Kent em 27/03/2007
Boas observações a respeito do desconhecimento dos leitores brasileiros a respeito do Aquaman (eu mesmo fiquei "boiando" na hora) e a ótima sacada de explicar os disparates recentes de Lex Luthor. Uma coisa que cheguei a notar, e que parece que ficou meio nas entrelinhas (pode ser só viagem minha) é o que o Superman da Terra-2 representa: uma época mais inocente e mais simples. Achei que ficou legal ele ter procurado o Batman atual, que é o maior exemplo do quanto o mundo ficou frio e sombrio, afinal a Crise nas Infinitas Terras foi pra tornar os heróis mais modernos e realistas, acabando com aquela fantasia de antes. A Crise Infinita parece ter vindo pra fazer o contrário.
por Matheus_Lutz_Ramos em 27/03/2007
Continuo achando mais-ou-menos. Essa babação de ovo em cima do Super as vezes dá no saco. Eu fico incomodado. Tem momentos até piegas.
Talvez eu tenho gostado tanto de Crise de Intendidade justamente por trabalhar com perosnagem classicos porem não tão batidos da DC.
por Kent em 27/03/2007
Sei que pode parecer assim, mas é isso mesmo que essas épocas (Eras de Ouro, Prata e Bronze) hoje em dia parecem, piegas. Eu mesmo, apesar de ser fã do Superman, ao ler uma história dele dos anos 50, tenho até "náusea"; mas fazer o quê, não é? É o retrato de uma época, era assim que as HQs eram naqueles tempos, basta lembrar aquele sorriso idiota que o Batman tinha. E queira ou não, esse Superman da Terra-2 representava aquele mundo idílico, de lutar "pela verdade, pela justiça e pelo estilo de vida americano"... Pode parecer ridículo hoje em dia? Provavelmente, em especial a última parte. Mas era assim que o mundo era naqueles tempos...
por Paulojr em 28/03/2007
Na verdade eu não gosto das historias sombrias e sem herois...(Por isso não gosto do conceito de Supremos, embora as historias sejam boas)
Mas o super... ele é não parece representar isso na minha opinião... realmente a babação que dão pra ele é um saco..., e ele sempre que comete os piores erros e desiste pelos motivos mais fúteis, veja REINO DO Amanhã... o Batmam age errado e blá, blá, blá... mas ele continua na luta durante todo o tempo enquanto o super... faz birrinha..., Em Dc um milhão, a Lois morre e ele não vê mais sentido em ficar na terra...; Armagedom 2001 é a mesma historia
O Super na minha opinião não é super heroi de verdade..., é só um mané mimado e superpoderoso que só tenta ser humano por causa da Lois...
por Guga em 28/03/2007
Mais uma bela edição de Crise Infinita. Sendo direto, pode até não virar um clássico, mas que agrada em cheio, isso agrada. Johns sabe muito bem onde pisa...
por Orpheu em 28/03/2007
Acho que o "problema" de Crise Infinita é que foi feito um oba-oba muito grande em cima da mini, o que gerou expectativas muito altas. Talvez por isso alguns não tenham curtido tanto, por não ser "tudo aquilo" que se anunciou. Mesmo assim, acho que é uma boa história. Pode até não ser espetacular, mas que é bom, é.
por gigante_esmsralda em 28/03/2007
Também a gente vai acreditar em tudo que o otimista e alegre Dan Didio diz.
por DarthOracle em 30/03/2007
Já perceberam que quem mais reclama da mini são justamente os "não fãs" da DC?
por Orpheu em 31/03/2007
Desculpa, não sabia que era proibido fazer alguma crítica a Crise Infinita... Bom, deixa eu me retratar então, pois não quero correr o risco de ser preso...

Puxa, que mini fantástica!!! A melhor coisa que já li em toda minha vida!!! Nossa!!! Vou jogar Cavaleiro das Trevas e Watchmen fora!!! Vou até parar de ler HQs!!! Nada do que fizerem daqui pra frente poderá chegar ao menos perto de Crise Infinita!!! Crise nas Infinitas Terras??? Vou usar como tapete agora!!! Viva Crise Infinita!!! Vivaaaa!!!

Melhorou?
por LeandroMagnus em 01/04/2007
Não briguem, crianças... Senão a próxima edição de Crise Infinita não terá espaço para comentários. Que tal?
por Jonny-el em 02/04/2007
Orpheu!...Vc quase não foi irônico!...Quase!!!
por Ataliba em 03/04/2007
Pra mim essa crise realmente é so pra vender revistas,unico proposito da DC.,voltar com aqueles personagens que ja foram esquecidos,tomara que o final saia alguma coisa boa.
por DarthOracle em 03/04/2007
Tem alguma editora que não quer vender revistas?
por LucianoMS em 03/04/2007
E eu pensando que era só nos comentários da revista Batman All Star que tinha discussão...
por Jonny-el em 03/04/2007
É!...Qual editora não quer vender?!
por Ataliba em 04/04/2007
eu so quero dizer que as editoras não respeita os leitores de HQs,que inventam uma crise que não precisava, principalmente a DC,pois a DC deveria procurar mais desenhistas talentosos,tanto como roteirista.,na atualidade a Marvel esta com os melhores,quando sera que a DC vai reajir?ate mesmo numa saga desta a DC coloca um desenhista de segunda.
por Paulojr em 05/04/2007
Cara... Phil Jimenez?? Desenhista de segunda???
E ainda tem participações de Ivan Reis e George Perez...
Cara...
Deixa pra lá... Vou me conter!!

por Ataliba em 05/04/2007
Phil Jimenez pra mim os desenhos dele é fraco,agora Ivan Reis e G.P. é outra questão o brasileiro manda muito bem,mais G.P. ja teve seu tempo,mais mesmo assim gosto do desenho dele.
por Jonny-el em 05/04/2007
Jimenez é bom sim, PJ, mas vc há de convir que ele não está em sua melhor forma. Principalmente nesse número #2...
por Jonny-el em 05/04/2007
Hahahaha...Eu sou um tonto! Não nesse #2...Naquele #2. Este aqui é o #3.
por ShiKo em 05/04/2007
Jimenez deu umas escorregadas, mas sua arte é perfeita pra Crise. Se fosse outro desenhista, não ia ter a menor graça. Sério cara, não é qualquer um que desenha aquela míriade de personagens que a crise exige. Tirando a Poderosa, Os desenhos da Crise tão muito bacanas!
por LucianoMS em 06/04/2007
Caramba, falar mal dos desenhos de Crise Infinita? Que isso...
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