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Saia Justa: O Feminismo nos Quadrinhos
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© Guilherme Smee
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Parte 2 de 4 ? O Esforço da Marvel
A série de Shanna era claramente inspirada no jungle comic de Sheena, a Rainha das Selvas, criada na década de 1950 no estúdio de Will Eisner. Shanna O?Hara era uma garota nascida na África que cresceu nas selvas do Zaire. Quando tinha seis anos, seu pai acidentalmente baleou sua mãe, enquanto caçava um leopardo. O incidente traumático levou a garota a iniciar uma cruzada contra o uso de armas de fogo.
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| Shenna, a Rainha das Selvas, criada na década de 50, serviu como inspiração para Shanna, a Mulher-Demônio, criada por Carole Seuling, Steve Gerber e George Tuskaeste |
Logo depois, Shanna mudou-se para os Estados Unidos e passou a estudar para ser veterinária. Enquanto trabalhava em um zoológico, Shanna se afeiçoou por muitos animais, inclusive um leopardo fêmea chamada Julani. Contudo, outro acidente traumático viria a acontecer: Julani foi baleada e morta por um guarda do zoológico.
O leopardo havia deixado dois filhotes, que Shanna decidiu levar para uma reserva africana. Na África, Shanna se uniu à natureza, passando a usar a pele de Julani para auxiliar na criação dos filhotes. Sentindo-se gradualmente mais à vontade nas selvas, passou a defender a reserva de ameaças, tornando-se Shanna, a Mulher-Demônio.
Os jungle comics são famosos por seus tons racistas e imperialistas e, assim como os primeiros quadrinhos da Mulher-Maravilha, eram acusados de incitar o sadomasoquismo pela relação dominante-dominado que se estabelecia a partir de lordes e rainhas sobre as populações das selvas, retratadas como um povo infantil, supersticioso e travesso que necessitava uma orientação superior. A série de Shanna também não escapava dessa questão, e durou apenas cinco edições. Mais tarde, Shanna se envolveria com Ka-zar, outro personagem de jungle comics, que morava na Terra Selvagem, uma selva no meio da Antártida povoada por dinossauros, com esse homem teria um filho chamado Matthew.
A nova série de Shanna, desta vez voltada para o público masculino: nudez censurada e violência mantida
Em 2005, uma nova série de Shanna foi lançada, desta vez voltada propositalmente para leitores masculinos, por seu conteúdo cheio de violência e nudez. Escrita e desenhada por Frank Cho, famoso desenhista de mulheres voluptuosas, a Shanna desta série era um experimento genético nazista que ajuda um grupo de exploradores a superar os perigos da Terra Selvagem. A série foi planejada para sair pelo selo MAX, voltado aos ?leitores maduros?, mas foi repensada como um título normal, com a nudez censurada, mas com a violência mantida. A Marvel prometeu lançar a versão sem cortes da série em um encadernado.
Apesar de existir uma Enfermeira Noturna criada por Brian M. Bendis e Alex Maleev nas páginas de Demolidor, a revista Night Nurse não trazia uma, mas três protagonistas. Linda Carter, Geórgia Jenkins e Christine Palmer eram três companheiras de quarto que trabalhavam como enfermeiras no turno da noite no ficcional Hospital Geral Metropolitano de Nova York. A série era escrita por Jean Thomas, então casada com o escritor e editor Roy Thomas, e desenhada por Winslow Mortimer. Diferente das demais histórias do universo Marvel, Night Nurse não apresentava super-heróis ou elementos fantásticos, e variava entre os gêneros. Contudo, as enfermeiras encontravam muito ?perigo, drama e morte?: como sua capa proclamava, as garotas lidavam com ameaças de bomba, cirurgiões descuidados e multidões revoltadas.
Linda Carter é uma garota loira (cujo nome não tem nenhuma relação com a atriz que fazia a Mulher-Maravilha) que tem de escolher entre se casar com um homem rico e bem-sucedido ou manter sua carreira como enfermeira noturna. Durante a série, Linda demonstrou habilidades investigativas e, ao final da série, está envolvida romanticamente com um jovem médico residente.
Geórgia Jenkins é uma moça afro-americana que vem de uma vizinhança pobre localizada perto do hospital. Nos seus dias de folga, ela cuida da saúde dos seus vizinhos gratuitamente.
Christine Palmer é uma jovem ruiva independente, que saiu da casa da família para viver sozinha, sem a ajuda do dinheiro do seu pai e se torna enfermeira-auxiliar. Quando o médico ao qual prestava seus serviços tem sua carreira encerrada em um desastre, ela deixa Nova York e suas amigas e viaja pelo país à procura de emprego. Na última edição, de número 4, Christine encontra emprego como enfermeira particular para um paraplégico numa mansão assustadora. Então ela embarca numa história cheia de suspense, com direito a passagens secretas empoeiradas e luzes misteriosas.
Roberto Aguirre-Sacasa, escritor da série do x-man Noturno e grande fã de Night Nurse, re-introduziu Christine Palmer no Universo Marvel durante os primeiros números da série do mutante alemão. Na história, ela auxilia Noturno a proteger um garotinho ameaçado por um demônio e também se torna alvo dos galanteios do herói.
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| Primeiro, vemos a capa de Night Nurse 1, que prometia uma história com muito ?perigo, drama e morte?. Em seguida, as três heroínas da série Night Nurse: a loira Linda Carter, a ruiva Christine Palmer e a negra Geórgia Jenkins. Por fim, a enfermeira noturna Christine Palmer, em Nightcrawler 1, por Roberto Aguirre-Sacasa e Darik Robertson |
Apesar de encerrada prematuramente, a série pareceu ter encontrado público nas garotas que aspiravam a ser enfermeiras, e que escreviam para o editor pedindo conselhos vocacionais. Em 2002 foi anunciado o lançamento de uma minissérie chamada Night Nurse que seria escrita e desenhada por duas mulheres proeminentes no mundo dos quadrinhos que se tornaram famosas e procuradas pelo seu talento e não por fazer quadrinhos ?para garotas? ? Gail Simone e Jill Thompson. A série seria publicada sob o selo MAX, mas foi suspensa por diferenças criativas.
The Claws of The Cat trazia a personagem A Gata, criada por Linda Fite. Mais tarde ela se tornaria a heroína conhecida como Tigresa
The Claws of The Cat contava a história da estudante universitária Greer Grant, que deixa os estudos para se casar com o policial Bill Nelson, que a tratava mais como um objeto a ser protegido do que como ser humano. Bill acaba sendo morto em um tiroteio fora de serviço e Greer passa a procurar um trabalho para se sustentar. O emprego que consegue é como auxiliar de sua antiga professora de física, Dra. Joanne Tumulo.
As pesquisas de Tumulo eram financiadas por Malcolm Donalbain, um empresário interesseiro e corrupto, e tinham como objetivo desenvolver todo o potencial humano, tanto física como mentalmente. Por não confiar na ex-criminosa que Donalbain havia selecionado como cobaia para os experimentos, Greer Nelson sugeriu à Dra. Tumulo que a deixasse participar também daquela tentativa. Assim, Greer emergiu da experiência com capacidades físicas e mentais sobre-humanas. A criminosa morreu no processo.
Naquele mesmo dia, Donalbain mandou dinamitar o laboratório de Tumulo. Greer escapou, mas não sua empregadora. Vestindo um uniforme com garras e orelhas de gato, passou a se denominar A Gata e partiu para a vingança contra Donalbain. Depois disso, passou a combater o crime nas ruas de Chicago.
A Gata do Inferno, vivida por Patsy Walker, antiga protagonista de histórias de humor adolescente da Era de Ouro
The Claws of the Cat era a única das três revistas lançadas pela Marvel que não apelava para fantasias masculinas e era a que tinha maior potencial para dar certo, tanto entre garotos como com garotas pois mesclava ação com temas femininos. Porém, como as vendas do gibi foram irrisórias, o cancelamento veio depois de cinco edições.
Greer Nelson mais tarde descobriria que Tumulo pertencia a um povo mítico chamado o Povo-Gato e se tornaria a heroína conhecida como Tigresa. O uniforme da Gata, ironicamente, seria usado por uma outra mulher: Patsy Walker, uma personagem de humor adolescente da era de ouro da Marvel, que foi muito popular enquanto a editora operava sob os nomes Timely e Atlas. Patsy enquanto Gata do Inferno era diferente de sua encarnação anterior, apesar do nome: não dividia um gibi cômico, mas queria ser super-heroína mais do que tudo. Foi vingadora e casou com Daimon Hellstrom, o filho de Satã. Cometeu suicídio quando ele a enlouqueceu.
Na próxima parte, conheça a heroína da Marvel mais antenada nos preceitos feministas. Uma dica: ela tem dupla identidade e trabalha em um jornal famoso.
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por wilski em 10/05/2007: Muito boa essa matéria, muito boa mesmo!
Eu tenho as histórias da Mulher-Maravilha versão karateka publicadas em Heróis em Ação - ou seria Superamigos? - e não são nada memoráveis...
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por Bel em 12/05/2007: Nossa, adorei essa matéria! Espero que as seguintes sejam tão boas quanto!! Jurava que essa versão kung-fu da Mulher Maravilha fosse lenda...
Quanto aos "desmaios" das meninas da Marvel, ainda hoje há exemplos disso... quem não sabe que a Jean Grey só sabe gemer de fraqueza enquanto usa seus poderes no X-Men Evolution, que é uma versão atual? Hehe...
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por wilski em 12/05/2007: Putz, eu pensei que ninguém ia dividir comigo os comentários dessa matéria.
E sim Bel, parece que ainda temos muito exemplos da visão macho-alfa nas HQS...ainda bem que no oposto existem coisas como Júlia...
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por DarthOracle em 15/05/2007: Excelente a matéria!
Aguardo as próximas partes e aguardo uma atenção especial a Jessica Jones, na minha opinião a melhor personagem feminina da atualidade, de longe.
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por LeandroMagnus em 15/05/2007: Como prometido, segunda parte no ar!
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por wilski em 15/05/2007: Essa série das enfermeiras era o que? Plantão Médico em quadrinhos?
Quanto a Shanna, não sabia que ela tinha uma história anterior ao Ka-Zar, bem interessante...
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por ReiLearII em 16/05/2007: O clima político estadunidense é uma das coisas mais retardadas do planeta, os adolescentes não podem ver nudez, mas tripas escorrendo é permitido. Os gibis estão cheios de pessoas se mutilando, veja o Superboy na Crise Infinita. Se o Lois Lane pensar em mostrar a calcinha, fecham a DC Comics.
Que falsidade do caralho naquele país, todas as Heroínas usam uniforme apertadinho, saem maquiadas pra porrada, uma mulher de verdade faria isso? Ela se sentiria confortável? Na cabeça dos caras todas as mulheres são putas, depois reclamam que elas prefiram ler Shojo Mangá, feito de mulheres para mulheres.
Como a censura é burra. Uniforme colado no rego pode, mostrar um seio é cadeia. Pessoas se matando é legal, pessoas se amando é proibido. Meus Deus, que maluquice! Se alguma moça me chamar de idiota por gostar de ler histórias de um homem que teve os pais mortos e resolveu se vestir de morceguinho para combater o crime, ver uma menina que voa com uma saiazinha de prostituta, aceito sem chiar. Sou homem, sou idiot
Ler a continuação deste comentário...
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por ShiKo em 16/05/2007: Merecia uma citação na matéria a mini da Tigresa, da série Marvel Icons. Ela chegou até a ser anunciada na Panini, quando eles ainda publicavam noticias nas revistas.
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por Hammes em 16/05/2007: Bom, eu leio a história do morceguinho numa boa, e quanto ao machismo, as garotas estão com certeza além disso tudo, e já ganharam seu espaço faz muito tempo, e nã ome importo de ser pau mandado da mulherada!HEHEHE
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por Y-Smee em 16/05/2007: Complementando, então, sobre a minissérie da Tigresa:
Escrita por Christina Z. e desenhada e finalizada por Mike Deodato Jr. a minissérie Avengers Icons: Tigra tratava de Greer Nelson se infiltrando numa delegacia para investigar Irmandade do Punho Azul, um grupo secreto de dentro da própria polícia que pode ter se envolvido na morte de seu marido, o policial Bill Nelson. Na minissérie, a personalidade de Tigresa é melhor desenvolvida e há a participação de alguns vingadores, como o Capitão América refletindo o pós 11/09. Seguindo a trilha dos fatos Greer deve escolher entre manter seu lado humano ou sucumbir ao aspecto feral: justiça ou vingança?
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por ShiKo em 16/05/2007: Valeu parceiro! Parece ser uma mini muito massa! Valeu a informação.
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por RodrigoGalera em 17/05/2007: Minha esposa tem cada vez mais uma carga de responsabilidade maior do que eu no cargo dela...hehe...e não to nem aí!
Se ela começar a ganhar bem mais do que eu...também não to nem aí!
É grana pô!!!!!
Só machista que não confia no próprio taco é que fica com frescura!
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por LeandroMagnus em 23/05/2007: Terceira parte no ar!
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por wilski em 24/05/2007: e continua muito bom! Mas vai falar só sobre o universo de super-heróis?
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por Akira_SSJ4 em 25/05/2007: Uai, e onde mais tem feminismo nos quadrinhos wiskyu? Tá faltando falar dos fumettis? Por que não lembro muito de mulheres normais fazendo sucesso em quadrinhos... se bem que tem as mulheres das tirinhas de jornal, realmente dá pra falar disso XD
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por JosenildoNSilva em 25/05/2007: Um dos melhores artigos que já li aqui no Fanboy.
Como citado por Wilsky, espero que falem das personagens femininas fora dos universos de super-heróis.
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por wilski em 26/05/2007: Bem, tem a Júlia, dos fumettis bonelli, acho que a mulher mais normal e real do universo dos quadrinhos, se não leu, eu recomendo, é quadrinho de primeira! Deixe-me ver, tem a Tina, hehehe, Modesty Blase,essa era de tiras de jornais, a 007 de saias, as Locas dos Hernandes Brothers e a Kathoo do Terry Moore.
Bem, tem os eróticos, mas esses não contam na matéria, acho...
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por wilski em 26/05/2007: PÔ! Tem a Tank Girl!
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por wilski em 26/05/2007: E a Barbarella, mas agora chega, se não só eu posto...
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por Akira_SSJ4 em 28/05/2007: É, quem devia dar um sinal de vida era o Guilherme! Pessoal é muito imparcial no fanboy, que nem posta nos próprios reviews!
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por Y-Smee em 29/05/2007: Opa!Presença solicitada! Bom, a intenção da matéria era mostrar como eram os quadrinhos de super-heróis nos anos 70, auge dos movimentos feministas, o enfoque era mesmo Marvel e DC, por isso outras personagens ficaram de fora. Uma matéria sobre todas as personagens femininas dos quadrinhos seria algo quilométrico. Claro que a Barbarella teve grande influência, numa visão geral, já que o filme com a Jane Fonda é de 1968 e a personagem é extremamente libertária e transa com robôs. Mas pra quem pediu pela Katchoo, ela vai dar as caras na próxima parte junto com Jessica e a Tia May. Tia May?
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por wilski em 29/05/2007: Tia May?
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por Akira_SSJ4 em 30/05/2007: Tia May millenium:?
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por Y-Smee em 30/05/2007: Precisamente.
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por LeandroMagnus em 30/05/2007: Quarta e última parte no ar. Parabéns ao Guilherme pelo trabalho, ficou bem legal.
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por Akira_SSJ4 em 31/05/2007: Nota nove, as três primeiras partes eram mais informativas. Vou celebrar só o fato de terem destacado Jessica Jones, minha personagem f-a-v-o-r-i-t-a (gay isso né?) de todos os tempos! Me amarro nessa mulher, só espero que a maternidade não decepe a já decepada (pulse)mulher sem papas na lingua!
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por Y-Smee em 31/05/2007: É realmente uma pena que a Jessica Jones não tenha mais uma revista propria com fim de Pulse. Agora as atenções da Marvel estão mais pra Jessica Drew e a Carol Danvers. Até, lendo a primeira edição da revista da Ms. Marvel na Novos Vingadores desse mês, a Carol está conversando com a Mulher-Aranha e não com a Jones, como costumavam fazer em Alias.
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por wilski em 31/05/2007: Gostei da matéria, acho que podia abordar outros quadrinhos que não os americanos, mas mesmo assim gostei...
Estranhos no Paraíso é ótimo, pena que a HQM não lançou mais nada, Kathoo é muito interessante como personagem, o mesmo pra Jéssica Jones que era uma das garotas mais reais que li num gibi...
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por ShiKo em 01/06/2007: Ótima matéria, senti firmeza!
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por ReiLearII em 08/08/2007: Na próxima matéria desse estilo fale sobre Jakita Wagner, Tulipa e Renee Montoya.
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por Saviochristi em 14/06/2010: Bom, começarei falando por partes; pode ser?
Eu desenhos quadrinhos em vários estilos: comics (dos EUA), gibi (nacional), mangá (japonês) e fumetti (italiano).
Sei ainda haverem os formatos bande dessinée (franco-belga/da França e Bélgica e, da Suíça às vezes também), manhwa (sul-coreano) e manhua (chinês).
Mas acabei nem usando nenhum dos 3 pois, já tive de pensar muito em como desenhar em mangá e fumetti de formas mais diferentes das de comics e gibi mesmos.
Além disto: a forma de se escrever bande dessinée é bem mais complexa e limitada e, eles nem têm periodicidade específica; fora o manhwa e o manhua; os quais já se assemelham demais ao mangá afinal.
Por outro lado: também faço desenho básico (desenho mais realista) e desenho alternativo (desenho livre); como forma de compensar, só não estou fazendo desenho não-artístico (o qual não se encaixa entre minhas funções no momento; embora eu desenhe um pouco de tudo praticamente).
Mas tenho muita coisa a aprender ainda sobre desenhar: sem dúv
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