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Saia Justa: O Feminismo nos Quadrinhos
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© Guilherme Smee
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Parte 1 de 4 – De olho na boutique da Mulher-Maravilha
Por décadas, os criadores de quadrinhos de super-heróis presumiram que o público de suas histórias era predominantemente masculino. Houve muitas heroínas durante a história dos comics, mas a maioria tinha antes o propósito de alimentar as fantasias de garotos adolescentes do que focar o interesse de uma audiência feminina. Poucas delas tinham um título regular de sucesso. Stan Lee se perguntava: “poucas garotas lêem quadrinhos porque eles são voltados para um público masculino ou eles são voltados para um público masculino porque poucas garotas os lêem?”.
Rosie, a Rebitadeira: “Nós podemos fazê-lo!” – Muitas mulheres encontraram força econômica trabalhando em fábricas durante a Segunda Guerra Mundial
O que não se podia negar era que na década de 70 o poder e a atuação das mulheres na sociedade norte-americana vinham crescendo e o desenvolvimento da consciência feminista e da luta pelos direitos civis das mulheres havia transformado os papéis de gênero na América. Ainda na esteira da Grande Depressão (1929 -1940) e da Segunda Guerra Mundial (1941 -1945), as mulheres foram obrigadas a tomar papéis mais ativos na sociedade e na família. Muitas delas passaram a trabalhar em fábricas — principalmente de munições — para sustentar a família e ajudar nos esforços de guerra. Outras — mais de 350 mil — foram ao próprio front auxiliando as tropas dos Estados Unidos, servindo como enfermeiras ou operadoras de rádio. O cartaz de “Rosie, a Rebitadeira” foi um ícone do envolvimento feminino na guerra.
Na década de 60, o feminismo emergiu novamente, atuando em três frentes: os direitos civis, os direitos trabalhistas e o confronto do sexismo com que eram abordados seus papéis na família. O estupro e a violência doméstica se tornaram os principais alvos no ativismo feminino, e algumas feministas, como Andréa Dworkin, afirmavam que as mulheres não eram apenas estupradas fisicamente, mas também economicamente e espiritualmente. A pílula anticoncepcional revolucionava o controle da reprodução e mudanças nas leis de aborto e controle da natalidade surgiam. Esta onda do feminismo também foi marcada por uma extensa campanha voltada a compensar a discriminação social da mulher.
Todas estas mudanças sobre a atuação das mulheres na coletividade estadunidense refletiram-se nos quadrinhos de super-heróis. Até então, na história dos quadrinhos, os criadores e editores nunca haviam estado tão preocupados em criar novas idéias para atrair o público jovem feminino para suas publicações.
“Esqueça a antiga, a Nova Mulher-Maravilha está aqui!” – capa de Wonder Woman 178
Se na década de 40 a Mulher-Maravilha foi concebida para ser um símbolo da luta feminina, seu papel relegado ao de secretária da Sociedade da Justiça não ajudava a afirmar seus ideais. Em 1968, no número #178 de Wonder Woman, Denny O’Neil e Mike Sekowsky traziam a “Nova Mulher-Maravilha”. Diana Prince perdia os poderes advindos dos deuses, abandonava seu uniforme, abria uma boutique e passava a viver no “mundo dos homens” como uma mera mortal.
Apesar da heroína ter uma boa fama, as vendas eram pífias e o editor da revista queria reverter esse quadro. Assim, instruções para a mudança vieram direto de Carmine Infantino. Se tudo aquilo não fosse o bastante, na edição seguinte, ela perdia seu eterno amor, Steve Trevor. Desta forma, Diana ficava mais parecida com Emma Peel do seriado “Os Vingadores”. Tomando como mentor um instrutor de artes marciais cego chamado I-Ching, ela rapidamente tornou-se plenamente capaz de se defender sem a ajuda de laços ou braceletes mágicos.
A idéia dos criadores era transformar a Mulher-Maravilha em uma mulher independente, sintonizada ao mundo contemporâneo. Contudo, em 1972, com a publicação de um livro contendo histórias do período de sua criação, escritas por William Moulton Marston, e a publicação de um artigo da revista Ms. Magazine, editada pela ativista Gloria Steinem, chamado “Wonder Woman Revisited”, que criticava as mudanças promovidas na heroína, após 25 edições, a Mulher-Maravilha tradicional voltava a ser publicada, dessa vez editada por uma mulher, Dorothy Woolfalk. As histórias atuais da Mulher-Maravilha, escritas por Allan Heinberg, possuem referências diretas à fase I-Ching de Diana.
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| Primeiro, vemos Emma Peel, espiã da série britânica Os Vingadores, interpretada por Diana Rigg, que serviu como inspiração para a nova Mulher-Maravilha. Percebe-se inclusive uma influência na arte com desenhos psicodélicos e no visual da heroína. Na seqüência vemos as capas de Wonder Woman 179 e 180. A primeira mostra o novo visual de Diana, a segunda, a morte do amado Steve Trevor e o mentor cego I-Ching. No Brasil, a fase foi publicada inicialmente na série As Aventuras de Diana 1 a 15 e, depois, em As Aventuras de Diana em Cores 1 a 5, ambas pela Editora Ebal. Finalmente, vemos o atual visual de Diana como espiã, remetendo à fase do I-Ching. |
Na Marvel dos anos 60, apesar de haver pelo menos uma mulher em cada super-grupo da editora, o papel destas heroínas geralmente era limitante, dividindo sua participação à subordinação a um homem e aos desmaios freqüentes. A Garota Invisível, do Quarteto Fantástico, além de ficar invisível para evitar se envolver na luta, muitas vezes extenuava-se ao usar seu poder e desmaiava. A Garota Marvel, dos X-Men, tinha o fantástico poder da telecinésia, mas sempre se mostrava inclinada a desmaiar. Ambas, é claro, eram referidas como “Garotas” e não como “Mulheres”, enquanto heróis adolescentes como o Homem-Aranha e o Homem de Gelo não eram retratados como “Garotos”.
Já a Vespa, membro-fundador dos Vingadores, era uma irritante cabeça-de-vento, que passava a maior parte do tempo tendo ataques de pânico, desmaiando e preocupada em borrar a maquiagem no calor da batalha. Janet Van Dyne, ainda era uma socialite, que conduzia uma confecção e trocava constantemente seu uniforme, tão apegada era às ondas da moda. Apesar dos quadrinhos da Marvel serem pioneiros na igualdade racial, pecavam quanto tocavam em assuntos de gênero.
As Lady Liberators, em Avengers 83, história que caricaturava o movimento feminista
Uma história dos Vingadores, publicada em Avengers 83, ilustrava a visão da Marvel sobre o feminismo de modo caricato. Escrita por Roy Thomas, a narrativa se dava quando as mulheres da equipe (Vespa, Viúva Negra, Feiticeira Escarlate, Medusa e “Valquíria”) resolvem lutar contra seus companheiros masculinos em uma digna “guerra dos sexos”. Elas se denominaram “Lady Liberators” e seu grito de guerra era “Contra a parede, macho porco chauvinista!”. Para piorar, os homens do grupo descobrem que as mulheres haviam sido controladas e manipuladas por Encantor, uma feiticeira nórdica, que havia se disfarçado como a super-heroína Valquíria, posando como uma libertadora das mulheres.
No começo dos anos 70, seguindo a onda do movimento feminista, o mesmo Roy Thomas e Gerry Conway criaram Thundra para o Quarteto Fantástico, uma vilã que depois se tornaria aliada, vinda de uma linha temporal futura matriarcal e tecnologicamente avançada, onde as mulheres haviam subjugado os homens. Foi o primeiro personagem feminino da editora a se equiparar em força e tamanho com seus heróis masculinos. Na década seguinte, com este mesmo ideal, surgiriam pesos-pesados como a Mulher-Hulk, uma prima do Hulk que se tornaria heroína, e Titânia, que ganhando poderes, resolvia se tornar uma vilã após uma vida de humilhação e derrota.
A verdade era que a despeito dos estereótipos usados na criação de alguns personagens femininos, a Marvel queria investir na audiência de jovens mulheres que agora começavam a se tornar mais representativas tanto socialmente como economicamente. Em 1972, a editora lançou três revistas não só estreladas por personagens femininas, mas também desenvolvida por artistas e escritoras mulheres. As séries eram: Shanna, the She-Devil, Night Nurse e The Claws of the Cat. Na próxima parte falaremos mais sobre elas, não perca!
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por wilski em 10/05/2007: Muito boa essa matéria, muito boa mesmo!
Eu tenho as histórias da Mulher-Maravilha versão karateka publicadas em Heróis em Ação - ou seria Superamigos? - e não são nada memoráveis...
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por Bel em 12/05/2007: Nossa, adorei essa matéria! Espero que as seguintes sejam tão boas quanto!! Jurava que essa versão kung-fu da Mulher Maravilha fosse lenda...
Quanto aos "desmaios" das meninas da Marvel, ainda hoje há exemplos disso... quem não sabe que a Jean Grey só sabe gemer de fraqueza enquanto usa seus poderes no X-Men Evolution, que é uma versão atual? Hehe...
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por wilski em 12/05/2007: Putz, eu pensei que ninguém ia dividir comigo os comentários dessa matéria.
E sim Bel, parece que ainda temos muito exemplos da visão macho-alfa nas HQS...ainda bem que no oposto existem coisas como Júlia...
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por DarthOracle em 15/05/2007: Excelente a matéria!
Aguardo as próximas partes e aguardo uma atenção especial a Jessica Jones, na minha opinião a melhor personagem feminina da atualidade, de longe.
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por LeandroMagnus em 15/05/2007: Como prometido, segunda parte no ar!
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por wilski em 15/05/2007: Essa série das enfermeiras era o que? Plantão Médico em quadrinhos?
Quanto a Shanna, não sabia que ela tinha uma história anterior ao Ka-Zar, bem interessante...
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por ReiLearII em 16/05/2007: O clima político estadunidense é uma das coisas mais retardadas do planeta, os adolescentes não podem ver nudez, mas tripas escorrendo é permitido. Os gibis estão cheios de pessoas se mutilando, veja o Superboy na Crise Infinita. Se o Lois Lane pensar em mostrar a calcinha, fecham a DC Comics.
Que falsidade do caralho naquele país, todas as Heroínas usam uniforme apertadinho, saem maquiadas pra porrada, uma mulher de verdade faria isso? Ela se sentiria confortável? Na cabeça dos caras todas as mulheres são putas, depois reclamam que elas prefiram ler Shojo Mangá, feito de mulheres para mulheres.
Como a censura é burra. Uniforme colado no rego pode, mostrar um seio é cadeia. Pessoas se matando é legal, pessoas se amando é proibido. Meus Deus, que maluquice! Se alguma moça me chamar de idiota por gostar de ler histórias de um homem que teve os pais mortos e resolveu se vestir de morceguinho para combater o crime, ver uma menina que voa com uma saiazinha de prostituta, aceito sem chiar. Sou homem, sou idiot
Ler a continuação deste comentário...
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por ShiKo em 16/05/2007: Merecia uma citação na matéria a mini da Tigresa, da série Marvel Icons. Ela chegou até a ser anunciada na Panini, quando eles ainda publicavam noticias nas revistas.
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por Hammes em 16/05/2007: Bom, eu leio a história do morceguinho numa boa, e quanto ao machismo, as garotas estão com certeza além disso tudo, e já ganharam seu espaço faz muito tempo, e nã ome importo de ser pau mandado da mulherada!HEHEHE
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por Y-Smee em 16/05/2007: Complementando, então, sobre a minissérie da Tigresa:
Escrita por Christina Z. e desenhada e finalizada por Mike Deodato Jr. a minissérie Avengers Icons: Tigra tratava de Greer Nelson se infiltrando numa delegacia para investigar Irmandade do Punho Azul, um grupo secreto de dentro da própria polícia que pode ter se envolvido na morte de seu marido, o policial Bill Nelson. Na minissérie, a personalidade de Tigresa é melhor desenvolvida e há a participação de alguns vingadores, como o Capitão América refletindo o pós 11/09. Seguindo a trilha dos fatos Greer deve escolher entre manter seu lado humano ou sucumbir ao aspecto feral: justiça ou vingança?
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por ShiKo em 16/05/2007: Valeu parceiro! Parece ser uma mini muito massa! Valeu a informação.
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por RodrigoGalera em 17/05/2007: Minha esposa tem cada vez mais uma carga de responsabilidade maior do que eu no cargo dela...hehe...e não to nem aí!
Se ela começar a ganhar bem mais do que eu...também não to nem aí!
É grana pô!!!!!
Só machista que não confia no próprio taco é que fica com frescura!
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por LeandroMagnus em 23/05/2007: Terceira parte no ar!
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por wilski em 24/05/2007: e continua muito bom! Mas vai falar só sobre o universo de super-heróis?
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por Akira_SSJ4 em 25/05/2007: Uai, e onde mais tem feminismo nos quadrinhos wiskyu? Tá faltando falar dos fumettis? Por que não lembro muito de mulheres normais fazendo sucesso em quadrinhos... se bem que tem as mulheres das tirinhas de jornal, realmente dá pra falar disso XD
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por JosenildoNSilva em 25/05/2007: Um dos melhores artigos que já li aqui no Fanboy.
Como citado por Wilsky, espero que falem das personagens femininas fora dos universos de super-heróis.
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por wilski em 26/05/2007: Bem, tem a Júlia, dos fumettis bonelli, acho que a mulher mais normal e real do universo dos quadrinhos, se não leu, eu recomendo, é quadrinho de primeira! Deixe-me ver, tem a Tina, hehehe, Modesty Blase,essa era de tiras de jornais, a 007 de saias, as Locas dos Hernandes Brothers e a Kathoo do Terry Moore.
Bem, tem os eróticos, mas esses não contam na matéria, acho...
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por wilski em 26/05/2007: PÔ! Tem a Tank Girl!
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por wilski em 26/05/2007: E a Barbarella, mas agora chega, se não só eu posto...
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por Akira_SSJ4 em 28/05/2007: É, quem devia dar um sinal de vida era o Guilherme! Pessoal é muito imparcial no fanboy, que nem posta nos próprios reviews!
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por Y-Smee em 29/05/2007: Opa!Presença solicitada! Bom, a intenção da matéria era mostrar como eram os quadrinhos de super-heróis nos anos 70, auge dos movimentos feministas, o enfoque era mesmo Marvel e DC, por isso outras personagens ficaram de fora. Uma matéria sobre todas as personagens femininas dos quadrinhos seria algo quilométrico. Claro que a Barbarella teve grande influência, numa visão geral, já que o filme com a Jane Fonda é de 1968 e a personagem é extremamente libertária e transa com robôs. Mas pra quem pediu pela Katchoo, ela vai dar as caras na próxima parte junto com Jessica e a Tia May. Tia May?
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por wilski em 29/05/2007: Tia May?
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por Akira_SSJ4 em 30/05/2007: Tia May millenium:?
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por Y-Smee em 30/05/2007: Precisamente.
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por LeandroMagnus em 30/05/2007: Quarta e última parte no ar. Parabéns ao Guilherme pelo trabalho, ficou bem legal.
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por Akira_SSJ4 em 31/05/2007: Nota nove, as três primeiras partes eram mais informativas. Vou celebrar só o fato de terem destacado Jessica Jones, minha personagem f-a-v-o-r-i-t-a (gay isso né?) de todos os tempos! Me amarro nessa mulher, só espero que a maternidade não decepe a já decepada (pulse)mulher sem papas na lingua!
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por Y-Smee em 31/05/2007: É realmente uma pena que a Jessica Jones não tenha mais uma revista propria com fim de Pulse. Agora as atenções da Marvel estão mais pra Jessica Drew e a Carol Danvers. Até, lendo a primeira edição da revista da Ms. Marvel na Novos Vingadores desse mês, a Carol está conversando com a Mulher-Aranha e não com a Jones, como costumavam fazer em Alias.
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por wilski em 31/05/2007: Gostei da matéria, acho que podia abordar outros quadrinhos que não os americanos, mas mesmo assim gostei...
Estranhos no Paraíso é ótimo, pena que a HQM não lançou mais nada, Kathoo é muito interessante como personagem, o mesmo pra Jéssica Jones que era uma das garotas mais reais que li num gibi...
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por ShiKo em 01/06/2007: Ótima matéria, senti firmeza!
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por ReiLearII em 08/08/2007: Na próxima matéria desse estilo fale sobre Jakita Wagner, Tulipa e Renee Montoya.
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